sexta-feira, 21 de maio de 2010

Uma imagem vale mais que mil palavras. II


Auto-explicativo. ha há!
E pensando bem, o amor até que está pra peixes, sim.

segunda-feira, 17 de maio de 2010

Uma imagem vale mais que mil palavras I


Lembrete: em meio ao caos não esquecer de Ser,
Viver, Sentir e Respirar.

sábado, 8 de maio de 2010

à beira das 'franja' do mar.

O caso é que o peixinho dourado também é parte da história. E o amor não está para peixes.


'se eu fosse um peixinho e soubesse nadar, eu tirava o fulano lá do fundo do mar'...



ps.: no vídeo, outro trecho da minissérie 'Hoje é dia de Maria',
primeiro capítulo da segunda temporada.

sexta-feira, 7 de maio de 2010

mito de Sísifo

É sobre o sujeitinho trapaceiro, que teve a ousadia e capacidade de enganar a Morte - por DUAS vezes. E não só a Morte, mas também Hades, Zeus, entre outros deuses menos importantes na história... (a verdade mesmo é que não lembro dos nomes). Quando o ladrãozinho malandro finalmente bateu as botas foi condenado à uma eternidade inteira empurrando um enorme rochedo montanha acima, com o objetivo de levá-lo até o topo, mas sempre que chegava perto do cume, uma força sobrenatural empurrava o rochedo de volta para o chão fazendo-o retomar a tarefa num ciclo interminável de subidas e descidas. E fim.

(Foto: Performance Oferenda à ele - vide post anterior)

*Notas do dia:
- Pedra: substância sólida e compacta, da qual se formam as rochas.
- Rocha: grande massa de pedra da mesma estrutura.
- Rochedo: rocha batida no mar, escolho.
- Escolho: penhasco que está de todo escondido ou só à superfície do mar.
- Mineral: substância inorgânica existente na terra.


*retiradas do dicionário on-line Priberam

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Sobre amor e laranjas.

Suor de leite, essência de laranja. Corrida e exaustão. Cansaço físico, psicológico. Ir até onde o corpo aguenta. Explorar o limite, e o que vem depois... Improvisação. Alguém, por favor? Mobilização. O amor como uma necessidade, uma sede insaciável que exige doação, entrega e oferenda. Pule! Liberte-se. Amarre-se. Seja refém daquilo que é maior. Não tente entender. Não tente controlar. Não tente lutar. Apenas pule... voe! Jabuticabas, laranjas, leite, vinho, cacos de vidro e penas.. de tudo isso se vale o amor. A essência da beleza e imperfeição. Repetição. De erros, acertos, beijos e brigas. Daquilo que preenche e esvazia. Sufoca e libera. Esse misto estranho de sedução e trapaça, do qual você necessita, mas não sabe lidar...

"dai chega o amor e diz: pula! Se olhar pra trás eu atiro"
(Ernane Fernandez)



Performance "Oferenda à ele", por Letícia Mariano (jo) e Ernane Fernandez
Sinopse: Da ânsia ao deleite, o amor mostra suas faces, suas inquietações, seus mimos e seu bem-me-quer, mal-me-quer.

sexta-feira, 30 de abril de 2010

falsa ode* à Ele (Poeta);

Pelo 'bem' que me cerca de amor. Pelo 'amor' que me cerca de bens. Pela rocha que sustenta o fio. Pelo fio que segura a rocha. Pela base. Pelo ar. Pela água que mantém viva a semente - plantada em vaso novo, regada à leite e mel. Pela semente que dá sentido a água - descida em terra fina, destilada, expulsa do leito-céu. Pelo tudo. Pelo nada. Pelo dia. Pela madrugada. Pelo pássaro verde. Pela borboleta azul. Por tudo que transborda, que infla, que renova, que mobiliza e que mantém. Pelo frio que me aquece. Pelo calor que me dá calafrios. Pela prece. Pelos filhos - que um dia dia eu terei... Pelo amor, por amar, com amor, obrigada.


*Pouco me dou às regras, por não se tratar de métrica,
mas de fluído, pulso, essência e louvor. (Desculpem-me a ousadia.)

terça-feira, 27 de abril de 2010

Pra aliviar a tensão. E o coração. III - Cavaleiro-Mor


Na janela, um pássaro verde
o mesmo de outrora,
agora pousado
em meio as árvores e flores do mês de
abril.
Mergulho oceano adentro meio a
águas flutuantes,
algas roxas.
montada na garupa de um
cavalo-marinho negro,
de crina flamejante.
junto ao Cavaleiro-mor.
O digníssimo e honrado Cavaleiro
Pássaro Voante de Chumbo
condecorado pela ordem da Águia
Rubra..
Inglesa ou polonesa, sabe-se lá..
E quem se importa? Ubu talvez. (risos)
Porque eu,
querido Poeta,
me interesso pela
resposta sincera e disposição dos seres,
quero o doce vinho/leite - gratuito, dado.
Amor inocente.
Tarde de outono.
O encanto das Suas linhas
(e dos encontros)
Vida-roda a vir e rodar.

"Estranho o destino desse jovem mulher, privada dela mesma, porém, tão sensível ao charme das coisas simples da vida..." (Filme: Amélie Poulain)

segunda-feira, 19 de abril de 2010

Pra aliviar a tensão. E o coração. II - Flores Abrilianas

Flores, nuvens e perfumes
incendeiam o mês
de abril.
Cores, imagens e morangos
acompanham os
dias.
outrora apagados,
outrora desnudos,
outrora esfomeados,
outrora insaciadas
as sedes.
Outroras... amoras... auroras...
Da brisa, do ar, do calor, da
água morna.
Agora a sexta. (sem feira ou
outra complementação)
Agora a temporada
descoberta de peixes voadores e
pássaros errantes desbravando o oceano
(adentro).
As pétalas escancaradas
pra receber a luz do sol. Mas
principalmente agora,
a luz da lua.

"Quando o dedo aponta para o céu, o idiota olha para o dedo" (Filme: Amélie Poulain)

domingo, 11 de abril de 2010

Pra aliviar a tensão. E o coração. I - Pássaro de papelão

Na janela, um pássaro verde;
vejo nítido
Tão real quanto a flor branca, e a joaninha
outrora pousada na minha mão;
arredio chega, curioso olha,
me engole com o vago olhar (e não-olhar)...
de quem quer sugar a alma
em cores verdes/vermelhas.
Todas fortes. Vivas.
Folhas e morangos (que vontade!).
Então (en)canta-me.. em tons maiores,
menores que sol.
abre as asas com um quê de provocação,
desafio, teste... como se esperasse
ver se eu ousaria dizer não.
Eu disse, fechei a janela;
mas continuou firme. Provocador.
Nítido. O pássaro verde.
Agora na árvore com o mesmo duro olhar;
Abro então, a porta. Digo sim.
E mergulho em suas penas.
Mergulharei.


"Então, pequena Amèlie, os teus ossos não são feitos de vidro. Podes levar algumas pancadas da vida. Se deixares escapar esta oportunidade, eventualmente o teu coração vai ficar tão seco e quebradiço quanto o meu esqueleto. Então, vai apanhá-lo!" (Filme: Amèlie Poulain)

sábado, 10 de abril de 2010

Porquelismos.

[...]

Escrevo porque é terapêutico,
e me recuso a procurar a psiquiatria.
A loucura é normal...
A normalidade sim, me aparece insana!

[...]